Marco Cotrim – Escritor

Quem não escreve,
não conta sua história.

Sobre

Olá, sou Marco Cotrim, 74 anos, contador de histórias, autor de ficção. Gosto de escrever desde a juventude. Foram muitos cadernos escritos à mão.  Rasguei uns, guardei outros e os transformei em livros. Gosto de costurar ficção e realidade em tramas que desafiam os leitores a saírem da zona de conforto e da indiferença.

O nome desta página tem uma história que se desenrolou assim: antes de publicar meus textos encontrei o excelente curso de Escrita Criativa, do ilustre e querido Professor Assis Brasil, lá do Rio Grande do Sul, que ensina a técnica da Escrita criativa há 35 anos.

Ainda faltava algo para que eu tivesse a ousadia para publicar e a serenidade para ouvir todas as opiniões, boas e ruins, sem abalos emocionais. Procurei cursos de literatura, para relembrar alguns clássicos lidos há muito e entrar em contato com outros não lidos, tarefa não muito simples. Ainda no Rio Grande do Sul, mais exatamente, na PUCRS-ON LINE, encontrei um curso de Pós-Graduação em Literatura, Filosofia e Arte, que preencheu completa e alegremente dois anos da minha vida. 

Pronto. Esta é a história desta página, seu nome é o título do meu Trabalho de Conclusão de Curso: um ensaio denominado “Quem não escreve não conta sua história”. Esse trabalho está aí, no Blog (seção de Escrita Criativa), pode ser usado por você. Se quiser fazer uma gentileza, cite a fonte ao usá-lo.

Conheça as obras de Marco Cotrim.

O BEIJO ETERNO

Uma história de amor e violência

Neste livro, o autor faz arte com a palavra escrita, nos transporta, sem solavancos, de uma cela prisional de tortura a uma inocente brincadeira de criança. Sua escrita vibrante, dotadas de ritmo e melodia, viajam com naturalidade entre o falar duro do agreste nordestino e o pensamento fantástico do menino Beny, que cresceu durante a ditadura militar e era apaixonado pelos circos.

O REPÓRTER

Havia algo pairando sobre as caraminholas de Fausto Tenaz. Aquela história da Vila Brasil não estava se encaixando em seus preconceitos, adquiridos em vinte anos de cinismo que a profissão lhe havia proporcionado. Aqueles dezoito conselheiros, experts em vários aspectos da atividade humana, administrando aquele gigantesco complexo econômico… Algo não cheirava bem, deveria haver alguma coisa muito errada. Se ele aprendera algo em sua carreira de repórter investigativo, era o ceticismo que conduzia seu pensamento. Se havia uma pequena chance de algo estar podre, com certeza estaria.

Fausto Tenaz, como todo bom repórter investigativo, é cético por natureza e obstinado por dever de ofício. Um vultoso investimento internacional no Mato Grosso do Sul que desperta tremenda euforia entre os brasileiros, para Fausto, é motivo de grande desconfiança. Algo sugere que o inusitado e envolvente experimento econômico-sociológico da “cidade laboratório”, criada com o propósito de impulsionar um avanço moral na humanidade, é atravessado por um caudaloso rio de dinheiro de origens muito questionáveis.

Para desatar os nós dessa complexa história, Fausto busca pistas na Itália e Inglaterra, percorre o submundo da máfia, da espionagem e da lavagem internacional de dinheiro, além de gabinetes mais discretos, onde se decidem os destinos das nações.

Dividido entre uma paixão arrebatadora e a segurança de um amor tranquilo, o repórter encontra, nos porões da criminalidade, indícios de como as elites do mundo manipulam a sujeira financeira, com a finalidade de acumular mais dinheiro, influência e poder. Mas tanta audácia vai cobrar um preço…

CORPO FECHADO

Em um país fragilizado pela corrupção, onde a política se mistura ao crime, um homem tenta reescrever sua história — e talvez a do Brasil.
Corpo Fechado é um romance político-policial eletrizante que mergulha no submundo do poder, da corrupção e da redenção. A história acompanha a trajetória de César Oliveira do Nascimento, um ex-presidiário que constrói um império e ascende à política nacional. Ambicioso, inteligente e implacável, César equilibra-se entre a lei e o crime, na tentativa de resgatar sua própria humanidade. À sua volta, personagens complexos o impulsionam, o desafiam e o confrontam, em uma trama marcada por dilemas morais, conspirações e reviravoltas surpreendentes.
O leitor é lançado a um Brasil realista, cínico e desesperador, onde a redenção pode ser só mais uma ilusão.
Corpo Fechado é um romance afiado, atual e inquietante. Uma trama que expõe as engrenagens podres do sistema, mas também incomoda o leitor com uma pergunta: e se fosse você no lugar dele?

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